SOCIEDADE

    Quem são personagens da Nova Ordem Mundial


    Os personagens da Nova Ordem MundialA IMPLANTAÇÃO DE UM GOVERNO MUNDIAL contou com milhares de colaboradores voluntários ou involuntários, liderados por algumas centenas que, por sua vez, agiam sob orientação de idéias geradas por algumas dezenas de pessoas.

    Nem todos estes personagens tinham pleno conhecimento da conseqüência de suas idéias, um dado que pode amenizar, mas nunca eliminar sua culpa. Podemos pegar como exemplo três pensadores geniais, que apesar de possuírem intelecto privilegiado e capacidade acima da média, cometeram erros no início de seu raciocínio e sua genialidade colaborou para transformar um erro pessoal em doutrinas equivocadas, porém influentes, cujos desdobramentos começam a trazer conseqüências gravíssimas a toda humanidade.

     

    Os influenciadores

    Mesmo em uma tosca simplificação como esta é possível perceber como erros geniais cometidos há séculos influenciaram profundamente a mentalidade atual. Um monge franciscano nascido William of Ockham, conhecido como Guilherme de Ockham, discípulo do grande Duns Scott, formulou uma regra que passou a “coordenar” o processo científico. Segundo a sua Navalha de Ockham apenas a hipótese que possua a explicação mais simples deve ser considerada.

    William of OccamWilliam of Occam

    Com esse “método” toda análise da realidade torna-se superficial e simplória, já que é evidente a correlação de causas simultâneas como regra da constituição da realidade. O também católico René Descartes, por influência da física de Galileu, declara que só se deve acreditar naquilo que podemos provar. E o protestante Immanuel Kant se esquece da abstração inicial e passa a acreditar que é possível separar a razão da emoção, dando a esta última uma importância tão decisiva quanto a metafísica.

    Immanuel KantImmanuel Kant (1724 — 1804)

    Os desdobramentos óbvios da assimilação destas idéias na intelectualidade foram o empobrecimento cultural generalizado, a desvalorização do testemunho pessoal e principalmente a relativização dos conceitos, das virtudes, dos pecados, da hierarquia e do conhecimento da realidade, o que afastou o homem da possibilidade de conhecer a Verdade. O relativismo, pior conseqüência destes erros ilustres, sempre serve de instrumento de poder, pois diante de um conceito relativo, seu significado passará a ser aquele que interessar aos poderosos de plantão.

    Outros personagens, no entanto, contribuíram tão decisivamente quanto os três anteriores na formação desta “cosmovisão” que vai permitir a destruição paulatina da civilização, mas fogem desse epíteto de “arquitetos ingênuos” porque sabiam, ao menos até certo ponto, das conseqüências possíveis da eventual aplicação das suas idéias.

    Um exemplo: o gênio alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel demonstra que controlando tese e antítese é possível determinar a síntese resultante. Uma filosofia que parece encontrar ressonância no pensamento do pragmático patriarca da família Rothschild, para quem “a única maneira de controlar um conflito é controlar os dois lados do conflito”.

     

    Os planejadores

    HOJE FICOU PRATICAMENTE IMPOSSÍVEL rastrear todas as ações políticas, econômicas e diplomáticas cujas conseqüências levarão, obrigatoriamente, a uma ditadura totalitária global. Por todos os lados podemos encontrar operadores nos mais variados níveis. Além dos governos e entidades não-governamentais das mais diferentes matizes, estes agentes estão espalhados nas empresas, nas universidades e na imprensa. Destes operadores, pouquíssimos compreendem a abrangência do plano e quase todos desconhecem sua ligação com outras ações aparentemente não relacionadas.

    Assim como em todas as sociedades secretas e ordens iniciáticas, o conhecimento é proporcional à posição do indivíduo dentro da organização. Como em uma pirâmide imaginária, onde a informação corresponde ao degrau onde se encontra, e à medida que sobe através do funil invertido, ganha em profundidade e, portanto, em poder.

    Na base da pirâmide estamos eu, você e todos que trabalham para sustentar os degraus mais elevados. Somos o seu gado, o rebanho que deve permanecer dentro dos parâmetros desejáveis de conduta, de maneira a manter estruturada a ordem que nos escraviza. Após o primeiro degrau vão se sucedendo, em ordem de poder de ação, os governos, as entidades governamentais, as corporações e a imprensa, acima destes as organizações globalistas já existentes sob o guarda-chuva da ONU, subindo mais um pouco estão os think tanks, os institutos científicos, os conselhos, grupos, clubes, engenheiros sociais; acima deles os bancos e fundos de investimento, as fundações bilionárias e no topo da pirâmide uma rede de acionistas dos mais rentáveis negócios do mundo, famílias reais, magnatas de vários segmentos, dinastias européias, americanas e asiáticas. São judeus, brancos europeus, latinos, árabes e amarelos, em sua maioria ateus, e alguns são praticantes de um satanismo declaradamente light, por vezes chamado de luciferianismo.

    Assembleia da ONUONU

    Devido a toda discrição em torno destas pessoas, que com raríssimas exceções nunca ou quase nunca têm seus nomes estampados nos jornais, muito menos em listas de milionários, grande parte dos sobrenomes mais poderosos do mundo hoje são praticamente desconhecidos da maioria da população.
    Mesmo no meio da névoa, podemos destacar alguns nomes “proeminentes” do topo da pirâmide, para usar um termo que um deles, David Rockefeller, usa repetidamente em seu livro de memórias de 2002. Além da família Rockefeller, muitas outras estão por trás de organizações poderosas e atuantes.

    Começando pelos Rothschilds, os mais famosos, passando por outras dinastias como Warburg, Dupont, os banqueiros relacionados ao FED, Morgan, Schiff, potentados da indústria americana, uns poucos da lista da Forbes, a nobreza da Europa e das monarquias do Oriente Médio, os príncipes sauditas etc. Esta cúpula, evidentemente, disputa poder entre si, mas seus conflitos nunca extrapolam os limites estratégicos.

    Estes planejadores, cujos descendentes serão os principais beneficiários do plano, não descem do topo da pirâmide em que se encontram para espalhar suas idéias. Para esta tarefa localizam profissionais especializados, que possam estruturar seus planos com uma aparente coerência, e passam então a promover seu trabalho por meio da sua rede de influência. Pensadores medíocres saem do anonimato e tornam-se referência de outros também promovidos. Em pouco tempo está criada toda uma rede de pensadores “independentes” que repetem a mesma ladainha, dando a ela a credibilidade de um consenso.

     

    Os divulgadores

    UM PLANO QUE PRETENDE CRIAR uma nova civilização precisa ter uma estratégia equilibrada de divulgação e infiltração. O grupo dos divulgadores atua em vários níveis do mundo das artes, da imprensa e das universidades e procura dividir-se para ocupar todos os espaços do debate.

    Enquanto uma parte se infiltra sem alarde no governo, nas instituições e órgãos de pressão, outra parte faz o trabalho aparente, divulgando as idéias principalmente entre os acadêmicos, universitários e jornalistas.

    Quanto aos primeiros, são os intelectuais orgânicos, que já fazem parte da máquina e funcionam como engrenagem. Apesar da sua influência, sua presença não é ostensiva e por isso são difíceis de rastrear. Ocupam cargos políticos ou altos postos nas estatais e ONGs financiadas pelo governo ou pelas fundações internacionais. Com dinheiro e cargos para negociar, formam os “formadores de opinião”.

    Estes últimos são mais conhecidos, seu trabalho é visível e freqüentemente são enaltecidos por seus pares e pela imprensa. São os chamados intelectuais “independentes”, que ao contrário dos “intelectuais orgânicos”, não se alinham ou não costumam se alinhar publicamente a nenhum grupo político para não perder sua aura de independência e manter sua credibilidade. E mesmo quando ele admite sua simpatia ou ela torna-se evidente demais, alega algum motivo pragmático que é imediatamente aceito e defendido por seus colegas.

    A ação destes agentes é constante e abrangente. Trabalham diariamente para modificar padrões sociais e impor novos parâmetros de análise da realidade. Preparam o terreno para a implantação dos ideais defendidos abertamente pela ideologia que comungam em público ou em segredo.
    A enorme abrangência torna o plano ingovernável como um todo. Ele só funciona quando operado por células cuja estrutura segue a forma piramidal. Uma pirâmide dentro de outra pirâmide e assim sucessivamente. Na pirâmide hierárquica, os divulgadores estão logo abaixo dos planejadores, engenheiros e arquitetos.

    É impossível listar todos. Mesmo uma lista dos mais influentes seria interminável. São legiões de professores, pseudo-filósofos, jornalistas, escritores, artistas e sociólogos. Muitos sociólogos!

     

    Fonte: Trecho do livro Introdução à Nova Ordem Mundial de Alexandre Costa

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