SOCIEDADE

Os braços da Nova Ordem Mundial


Os braços da NWONão muitas as evidências da existência da Nova Ordem Mundial. As fontes estão à disposição, mas por ignorância ou interesse nem sempre declarado, acadêmicos e jornalistas preferem fugir das suas responsabilidades e acusar de teórico da conspiração todo aquele que demonstra o real estado das coisas.

Estamos falando de um plano que vem sendo estruturado há muitas décadas e que se apresenta em diversas frentes, muitas vezes inconciliáveis e aparentemente contraditórias, e fica difícil abarcar todas as informações e apontar as suas possíveis relações. Mas é possível identificar alguns braços deste plano de implementar um governo mundial.

 

Braços da Nova Ordem Mundial

Federal Reserve (FED)

O FEDERAL RESERVE É UMA EMPRESA PRIVADA e, como qualquer outra, visa o lucro. Acredito que muitas pessoas desconhecem esta informação, principalmente no Brasil. Sempre que a imprensa brasileira se refere ao FED, o classifica como “Banco Central norte-americano”, forçando implicitamente uma comparação equivocada com o Banco Central brasileiro, um órgão subordinado ao Governo Federal. Acontece que o FED, apesar do nome e apesar de emitir e controlar o valor do dólar, não é o correspondente yankee do nosso BACEN. Não é federal, nem é uma reserva.

Federal Reserve

Para uma melhor compreensão, temos que voltar um pouco na História. A emissão de dinheiro já era um problema antigo nos EUA e teve influência inclusive na Guerra Civil Americana. Desde o século XIX existia uma pressão intensa para a criação de um banco central nos EUA e, depois de várias tentativas  frustradas, foi criado o FED em 1913 e, segundo consta, baseado em uma lei redigida em uma reunião secreta entre os banqueiros ocorrida em Jekyll Island, na costa do estado da Geórgia, da qual participaram os banqueiros Rockefeller, J.P. Morgan, Schiff e Rothschild. O Federal Reserve Act foi promulgado em 1913 e assinado pelo presidente Woodrow Wilson, que mais tarde se arrependeria deste ato em público.

Após a criação e estruturação do sistema Federal Reserve, as famílias controladoras dos bancos associados pressionaram o congresso e conseguiram consecutivas ampliações da chamada Reserva Fracionada, o que lhes permitiu, na prática, produzir dinheiro mediante uma comprovação de dívida. Mais tarde, com o fim do lastro do dólar ao ouro, todo sistema financeiro mundial, baseado na moeda americana, passou a ser controlado por um grupo de banqueiros que aumentam ou diminuem a impressão do dinheiro conforme sua estratégia.

O sistema, corrompido há décadas, criou a inflação generalizada, às vezes escondida na forma de dívida pública, e levou a banca internacional a controlar todos os principais conglomerados privados. Analisando com calma, não poderia ter outro resultado. A impressão do dinheiro mediante confissão de dívida leva o sistema a uma espiral finita, que tende ao colapso, mas antes deve concentrar todos os recursos nas mãos dos credores.

Diante do colapso iminente, precisam acelerar a implantação completa do sistema financeiro eletrônico, a moeda mundial e eliminar definitivamente o dinheiro físico. Com os meios eletrônicos, o colapso poderá ser evitado ou controlado e a escravidão financeira, portanto, deve continuar.

 

A ONU

NASCIDA PARA SUCEDER A DESACREDITADA Liga das Nações, a Organização das Nações Unidas, ou simplesmente Nações Unidas, surgiu logo após a Segunda Guerra, em 1948, com o objetivo declarado de promover a paz, os direitos humanos e a solidariedade entre os povos, mas logo se tornou a maior e mais abrangente rede de influências políticas e culturais existente em nossos dias.

Presente em 193 países, a ONU tem funcionado como a principal difusora das ações afirmativas e suas interferências políticas e legislativas têm contribuído decisivamente para o enfraquecimento das soberanias nacionais, seja pela via direta das “recomendações” políticas, seja pelos seus incontáveis organismos, agências e escritórios dedicados aos mais variados temas. Organização Mundial da Saúde, Organização Mundial do Comércio, Conselho Econômico e Social, Corte Internacional de Justiça e as Forças de Manutenção de Paz, ou os “Capacetes Azuis”, são apenas alguns exemplos destes tentáculos.

ONU

Sua rede de influência se estende sobre outras organizações nãogovernamentais e quase sempre apoiadoras de iniciativas anticristãs ou antireligiosas, com curiosa exceção aos assuntos relacionados à Fé Bahá’í. Desde a sua criação a ONU vem cumprindo fielmente seus objetivos, e estes se confundem com os interesses dos globalistas que a idealizaram há mais de um século. David Rockefeller, por exemplo, cedeu o prédio onde hoje fica a sede da ONU em Nova Iorque e incentivou o surgimento de filhotes como a União Européia e a União Africana, cuja presidência é hoje ocupada pelo banqueiro Thomas Yayi Boni, mas já esteve nas mãos de Muammar al-Gaddafi!

 

CFR

COUNCIL FOREIGN RELATIONS É UM ÓRGÃO PRIVADO, um poderosíssimo think tank criado pela família Rockefeller e que hoje possui cerca de 2000 membros, tendo entre eles alguns dos homens mais poderosos dos EUA e também de outros países.

COUNCIL FOREIGN RELATIONS

O Conselho das Relações Exteriores é chamado pelos americanos de “antesala” da Presidência, não apenas no sentido de que assuntos debatidos entre suas paredes tornam-se as prioridades governamentais, mas também pela regra, comprovada com muitos exemplos, de que para ser presidente dos EUA antes é necessário fazer parte dos seus quadros ou no mínimo contar com o seu apoio. Os dois Bush, Clinton, Carter e Obama são nomes recentes que se elegeram com sua ajuda, mas podemos encontrar exemplos desde sua fundação, em 1921.

 

Comissão Trilateral

Por iniciativa de David Rockefeller foi criada em 1973, com o intuito de formar um centro de discussões relacionado aos assuntos do interesse dos EUA, Europa e Japão, então as áreas mais industrializadas do mundo. Mais tarde, com a entrada de novos membros ampliou sua atuação para Região do Pacífico, englobando Ásia e Oceania, Região da América do Norte e Europa.

Cerca de 300 líderes políticos, executivos e acadêmicos de quase 40 países se Cerca de 300 líderes políticos, executivos e acadêmicos de quase 40 países se reúnem algumas vezes por ano e traçam estratégias que serão implantadas sem que os parlamentos as discutam e sem que os eleitores tenham sequer idéia da existência deste grupo.

Apesar de ser uma entidade privada que não precisa prestar contas da sua atuação junto à sociedade, sua influência nos temas a que se dedica é tão decisiva nas decisões governamentais que sua importância nesse aspecto é apenas comparável ao CFR.

 

Diálogo Interamericano

OUTRO FÓRUM PRIVADO DE DISCUSSÕES que surgiu por influência de David Rockefeller, o Diálogo Interamericano foi criado em 1982 e é hoje o principal centro de discussões políticas do hemisfério ocidental. A definição oficial é a de um organismo apartidário, movido pelo interesse de integrar e potencializar as ações de seus membros, todos do continente americano.

Entre os membros estão cerca de 100 notáveis de 22 países. Cuba não está lá, mas a Venezuela, sim. Do Brasil consta no site da entidade os nomes de  Fernando Henrique Cardoso, que também ocupa uma cadeira no corpo de diretores, além de pelo menos mais meia dúzia de brasileiros.

Diálogo Interamericano

Assim como a Comissão Trilateral e o CFR, o Diálogo Interamericano influencia decisivamente na constituição dos poderes regionais, oferecendo apoio financeiro, político e estratégico às forças que contribuírem para a implantação de estruturas globais necessárias para a implantação da Nova Ordem Mundial.

Também são recompensados os líderes políticos que de alguma forma beneficiem os bancos e corporações por eles controladas. Os partidos brasileiros PSDB e PT já contaram com seu apoio e costumam seguir suas recomendações.

 

Foro de São Paulo

CRIADO EM 1989 NA CIDADE DE SÃO PAULO, por iniciativa de Lula e Fidel Castro, o Foro de São Paulo reúne dezenas de organizações de esquerda do continente sul-americano. Entre suas fileiras podemos encontrar as mais variadas tendências, indo de partidos políticos legalmente constituídos a  organizações como as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) ou o MIR (Movimiento de Izquierda Revolucionaria) chileno. Seu objetivo oficial é recuperar o que foi perdido com a queda do comunismo no leste europeu.

Apesar do poder que concentra, o que inclui pelo menos uma dezena de partidos atualmente no poder em seus respectivos países, o Foro de São Paulo, muito tempo presidido por Lula, conseguiu manter-se na sombra durante quase toda sua existência e até hoje muitos desconhecem sua atuação e quase ninguém reconhece sua importância no panorama político regional. A mesma imprensa que faz alarde pelo novo penteado de uma modelo qualquer, considerou que um encontro com centenas de líderes políticos, com divisão de tarefas e formação de grupos de trabalho não era assunto importante o suficiente para dedicar-lhe muito espaço. E isso ocorreu por mais de 15 anos!

Os globalistas, por outro lado, conhecem bem os planos de construção de uma grande “nação sul-americana” que embalam os sonhos dos membros do Foro. De forma indireta os financia valendo-se de suas corporações, e de forma direta tenta controlar os seus passos por meio de acordos com alguns dos seus tentáculos. No caso do Brasil e da América Latina os apoios políticos internacionais são feitos principalmente por via do Diálogo Interamericano, que na pessoa de Warren Christofer, Secretário de Estado de Bill Clinton, funcionou como uma espécie de fiador do chamado Pacto de Princeton, firmado entre PT e PSDB, em janeiro de 1993 (o livro do Heitor de Paola tem muito mais informações sobre o assunto).

A exemplo do que fizeram e fazem na União Européia, globalistas incentivam a criação de uma espécie de URSAL, ou União das Repúblicas Socialistas da América Latina, mas que muito provavelmente não terá este nome assustador. A existência de blocos regionais facilita a implantação de estruturas globais e ajuda a desmanchar as soberanias nacionais.

 

Clube Bilderberg

OUTRO GRUPO QUE REÚNE BILIONÁRIOS, realeza européia, magnatas da indústria e altos funcionários do setor privado e da administração pública, imprensa e universidades. Foi fundado em 1954, em um hotel na Holanda chamado Bilderberg.

Clube Bilderberg

O Clube Bilderberg se reúne anualmente e conta sempre com cerca de 150 participantes, entre membros e convidados especiais. Todo ano os convidados acompanham o tema prioritário escolhido. Em um ano foram convidados os grandes nomes da Internet, daí deduzimos que os líderes das principais empresas do ramo ali estavam porque o tema debatido naquela reunião certamente seria sobre algo relacionado ao mundo virtual.

Seu alcance se estende por várias áreas, mas algumas são mais evidentes, como é o caso dos conglomerados internacionais de mídia, que hoje se concentram em meia dúzia de grandes grupos, todos eles com donos ou diretores participando com freqüência das reuniões anuais.

 

A Imprensa

COM A INVENÇÃO DA PRENSA automática de Gutenberg, líderes políticos das mais variadas tendências perceberam o potencial político que reside na possibilidade de fazer milhares de cópias de um mesmo documento. Desde então forças políticas e financeiras têm perseguido o sonho de controlar a imprensa com afinco e dedicação, seja pela simples aquisição, pelo financiamento ou legislação.

Assim como tiranos, magnatas perceberam que poderiam não apenas garantir o seu poder, mas ampliá-lo consideravelmente disseminando as notícias certas. Vista desde o início como um eficiente instrumento de poder, ao longo do século XX a arte da comunicação recebeu as mais diversas contribuições no campo intelectual e financeiro, transformando-se em uma ciência da persuasão.

A Midia

A incrível evolução das técnicas de comunicação de massa ocorridas durante o século XX coincidiu com a concentração dos grandes grupos. Jornais, revistas, rádio, televisão e Internet ampliaram o alcance das fontes de informação e o poder de seus controladores. O uso deste poder tornou-se uma ciência que vem sendo aplicada diariamente, como mostram os estudos de Elisabeth Noelle-Neumann sobre a “Espiral do silêncio”, que tiveram início nos anos 60 do século XX.

 

As Universidades

UMA DAS MAIS LOUVÁVEIS CRIAÇÕES da Igreja Católica, as universidades já foram o centro das pesquisas e estudos relevantes para elevar o conhecimento dos indivíduos que ali entravam e, por conseqüência, de toda sociedade. Com o advento da modernidade passaram a requerer certa autoridade diante desta mesma sociedade e a Universidade então passou a abrigar interesses completamente diferentes e muitas vezes incompatíveis com o desejo de sabedoria. O fato de ser exigido curso universitário para a execução de várias profissões, em quase todos os países do mundo, é uma prova cabal da conquista desse poder por parte das universidades ao longo dos séculos.

Em menor ou maior grau, todas as universidades atuam com no mínimo um viés ideológico, fruto do seu grupo de controle. Nas universidades públicas, a pressão normalmente ocorre por parte dos governos, nas universidades privadas prevalece o interesse de seus associados ou patrocinadores. Mais uma vez utilizando as informações oficiais é possível especular sobre o poder exercido pela família Rockefeller. Apenas em sua biografia, David Rockefeller cita dezenas de financiamentos a universidades espalhadas por todo o mundo e enumera algumas com as quais a família manteve ou mantém relações muito próximas: Harvard, Chicago, Califórnia, Yale e Stanford, nos EUA, além da inglesa Oxford e das brasileiras USP e Unicamp.

 

Serviços de Inteligência

A ORIGEM DOS SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA é militar e desde tempos remotos funcionavam como estratégia alternativa e auxiliar durante a guerra. Apenas com a chegada da modernidade a espionagem profissional passou a existir regularmente mesmo em tempos de paz.

No século XX as agências ganharam poder e passaram a abrigar as mais notáveis inteligências, não apenas militares, mas principalmente científicas. A especificação que adquiriram alcançou determinado patamar que sua evidente influência nos fatos históricos relevantes passou a inspirar best sellers e sucessos cinematográficos, mistificando sua atuação e colaborando para a desinformação a seu respeito.

Para imaginar o poder concentrado nestas agências, basta pensar na quantidade de informações desagradáveis colecionadas em segredo. Apenas como exemplo, Edgar Hoover, chefão do FBI por quase 50 anos, foi acusado de possuir um dossiê comprometedor para cada autoridade de sua época.

Serviços de inteligência

A estrutura das agências foi fortalecida e foi ampliado seu alcance sobre outros poderes do estado. Com ciência de ponta e tecnologias exclusivas, operam com precisão e sofisticação e são capazes de recrutar colaboradores sem seu conhecimento. Uma rede de empresas e entidades camufla causas e dissimula conseqüências. Alternando entre ações visíveis e clandestinas, sua atuação e influências políticas são inimagináveis. Chantagens, ameaças, torturas, seqüestros e assassinatos não estão apenas nos filmes do James Bond. Algumas destas práticas são recorrentes em agências poderosas como o MIT da Turquia, ISI do Paquistão, MI6 da Inglaterra, o MSE chinês, NIA indiano, o Mossad israelense, a famosa CIA e, principalmente, a gigantesca KGB (atual FSB), maior e melhor estruturado serviço de inteligência que já existiu em qualquer lugar e em qualquer época.

 

A NASA

POUCAS SIGLAS REPRESENTAM TANTO. Símbolo da alta tecnologia e dos avanços astronômicos do homem, a National Aeronautics and Space Administration foi composta por cientistas nazistas recolhidos na Europa e trazidos a um porto no Texas, nos Estados Unidos, pouco antes do fim da Segunda Guerra Mundial. A operação era parte do Projeto Alsos e ficou conhecida como Paper Clip.

Liderados por Werner Von Braun, cientistas especializados principalmente em propulsão e gravitação foram assimilados pela NASA após a sua fundação, em 29 de julho de 1958.

NASA

A NASA e seu programa espacial sempre estiveram diretamente ligados às sociedades secretas e ao ocultismo mesmo antes do Projeto Manhattan, responsável pelo desenvolvimento da bomba atômica. Segundo consta, os pontos decisivos da produção e uso das bombas jogadas em Hiroshima e Nagasaki foram conversados nas estranhas reuniões do Bohemian Grove. Outros fatos demonstram a estranha relação entre cientistas da NASA e sociedades ocultistas: o engenheiro americano Jack Parsons, criador de um eficiente sistema de propulsão de foguetes, considerado herói entre seus pares, era discípulo da Thelema, de Aleister Crowley, e admitiu que muitos de seus colegas participavam de rituais “luciferianos” em sua casa.

Apesar de não existirem provas, há desconfiança de muitos americanos sobre a real utilização dos recursos destinados ao custeio dos programas espaciais e da estrutura da NASA, assim como outras agências governamentais espalhadas pelo mundo democrático. Nações democráticas exigem, ao menos formalmente, que os recursos sejam divulgados e aprovados pelo Congresso. Como é sabido que a maioria do povo americano discordaria do gasto com espionagem, lavagem cerebral e projetos militares ilegais, parece boa a idéia de dar a estes recursos o destino de uma entidade cujos gastos são
incalculáveis na maioria das vezes, não apenas devido ao ineditismo do projeto, mas também porque muitas vezes nenhuma das suas partes possui semelhantes para efeito de comparação.

 

FEMA

A AGÊNCIA FEDERAL DE GERENCIAMENTO DE EMERGÊNCIA (FEMA, na sigla em inglês) é uma espécie de escritório responsável pelas desgraças que ocorrem no território norte-americano. Sua função cobre os acidentes naturais, desastres ambientais, estados emergenciais e caos resultante de conflitos internos ou externos. Todo país tem o seu.

FEMA

A FEMA é o órgão civil que mais recebe recursos governamentais desde o governo George W. Bush e causou estranhamento entre muitos americanos alguns dos últimos gastos da entidade. Depois de o governo federal construir centenas de presídios de segurança máxima – que ainda estão vazios – a FEMA adquiriu muitos milhões de caixões e veicular anúncios apocalípticos na TV é algo bem estranho. Ou não?

Fonte: Livro Introdução à Nova Ordem Mundial, de Alexandre Costa

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