SOCIEDADE

    Como as restrições, o fechamento de empresas e as mudanças climáticas estão aumentando a fome no mundo


    Quando se fala no fim do mundo, muitos acreditam que isso está longe de acontecer. Mesmo com o Fórum Econômico Mundial admitindo publicamente isso no seu Relatório de Riscos Globais de 2021.

    Como as restrições, o fechamento de empresas e as mudanças climáticas estão aumentando a fome no mundoA maioria das pessoas acredita que uma preparação para eventos catastróficos é desnecessária. Estas mesmas pessoas acham que o mundo pode acabar pela colisão de um asteróide ou por uma grande bomba nuclear.

    Quase todas as visões de fim dos tempos possuem algo em comum: elas fogem da realidade e ignoram um dos piores inimigos que a humanidade vem enfrentando desde o princípio da criação: a fome.

    A fome no mundo hoje

    De acordo com especialistas, uma pessoa pode sobreviver até 21 dias sem comida, porém isso leva a uma perda de diversos nutrientes que não afeta apenas o nosso estômago, como também cada um dos nossos demais órgãos.

    A fome nos torna agressivos e dificulta nossa capacidade de pensar e tomar decisões racionais, levando a uma morte lenta e dolorosa onde a vítima definha pouco a pouco.

    Muitas vezes a fome faz com que as pessoas realizem atos deploráveis e que vão contra a dignidade humana, como roubar ou buscar por comida no lixo. Tais atos apenas acabam prorrogando uma situação que pode ser definida como tortura.

    Em países mais pobres como as Filipinas, famílias que antes possuíam renda passam o dia vasculhando o lixo em busca de restos de comida para alimentar seus filhos.

    Isso não é surpresa, considerando que pelo menos 150 milhões de crianças foram adicionadas à linha da pobreza desde que as restrições e lockdowns começaram a ser impostos pelos governos de todo o mundo em 2020.

    150 milhões de crianças foram adicionadas à linha da pobreza

     

    Na América Central estima-se que 8 milhões de pessoas estão passando fome, sendo um número que quadruplicou nos últimos 12 meses.

    Em países de primeiro mundo, em vários supermercados já estão faltando mercadorias, como alimentos frescos, enquanto em outras partes do mundo, mercados aparecem vazios ou fechados por conta das restrições locais.

    Na Argentina e na Venezuela, mercados vazios são cenas comuns. A moeda que já foi forte nestes países, hoje já não compra quase nada dos poucos produtos que ainda restam.

    As mudanças no clima, o fechamento de fábricas, aumento da inflação e por consequência o aumento do preço dos alimentos são alguns dos principais fatores que estão impedido um número crescente de pessoas a terem acesso ao que sempre consideramos como um direito básico.

     

     

     

    O fim dos tempos nem sempre se parece com explosões ou catástrofes naturais. A fome também pode representar o apocalipse, sendo algo muito mais lento e humilhante do que qualquer bomba nuclear, terremoto ou furacão.

    Para aqueles que estão atentos, já está claro que a cada dia a comida se torna mais valiosa.

    Ser autossuficiente, estocar e se possível produzir seus próprios alimentos é, portanto, o pouco que cada um de nós pode fazer para se preparar.

    O que você faria se todos os mercados fechassem amanhã?

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