Sociedade

Filme da Netflix mostra controle mental como solução para conter a criminalidade


Filme da Netflix mostra controle mental como solução para conter a criminalidadeFilmes são um meio muito utilizado para a manipulação das pessoas. Muitas coisas mostradas em filmes também servem para anunciar o que irá ou poderá acontecer no mundo real. Isso é chamado de programação preditiva.

Por meio dos filmes e da mídia em geral, as pessoas são condicionadas a fazer uso de tecnologias, a aceitarem com mais facilidade determinadas leis, além é claro de serem influenciadas diretamente a mudar o seu comportamento e seus valores.

Muitas mensagens passadas nos filmes são sutis, mas que são absorvidas pelo nosso subconsciente. São as conhecidas mensagens subliminares.

 

Mensagem ou propaganda subliminar é aquela mensagem transmitida em um baixo nível de percepção, tanto auditiva quanto visual. Embora não possamos identificar esta absorção da informação, o nosso subconsciente consegue, e ela é assimilada sem nenhuma barreira consciente, influenciando nossas escolhas, atitudes, e motivando a tomada de decisões posteriores.

 

As aparentemente estas mensagens tem se tornado cada vez mais explícitas nos filmes e, em particular, nas produções da Netflix.

Ultimamente as produções da plataforma de streaming tem se esforçado em passar mensagens cada vez mais relacionadas às mudanças que estão acontecendo de forma acelerada no mundo. Neste contexto, podemos citar as série Onisciente e Beter Than Us e os filmes Tau e I´m Mother. Todos voltados para um mundo onde máquinas e a inteligência artificial irão fazer parte de nossas e até mesmo superar a inteligência humana.

Mas o que me chamou a atenção nesta semana foi o lançamento do filme The Last Days of American Crime (Os Últimos dias da Criminalidade Americana).

 

The Last Days of American Crime: ficção ou um aviso do que pode estar por vir?

Antes de mais nada, para quem procura diversão já aviso que o filme é muito ruim. Mas a idéia que o filme passa é bastante perturbadora, pois trata-se de controle mental.

O filme mostra um Estados Unidos tomado pela violência e criminalidade, onde os policiais não são mais respeitados nas ruas. Porém o governo tem uma solução para acabar com a violência e a criminalidade obrigando as pessoas a obedecerem à lei. Trata-se de uma tecnologia que emite um sinal em uma determinada frequência que afeta o cérebro das pessoas, de forma que o comportamento agressivo cause fortes dores de cabeça.

Assista ao trecho do filme abaixo (o vídeo abrirá em outra janela):

 

The Last Days of American Crime

 

A ordem pelo caos

Se olharmos para a situação atual do mundo, o que enxergamos é desemprego em massa, isolamento social por determinação dos governos e quebra da economia. O mundo está à beira de uma depressão como nunca aconteceu antes.

Um “vírus” está sendo considerado como o agente do caos. Mas a OMS já mudou tanto de opinião que já não é mais confiável. Isso nos faz questionar se de fato existe um vírus tão letal como a mídia quer nos fazer acreditar. Será que tudo não foi orquestrado para causar o caos?

De qualquer forma, o estrago já foi feito e agora a elite mundial deverá entrar com a solução, como retratado no filme.

 

Sinal IPA: uma Nova Ordem

 

A cena acima, retirada do filme, escancara de forma clara a referência a uma “Nova Ordem” (Nova Ordem Mundial) e o fim da criminalidade, violência e do caos. E, no filme, isso será possível com a ativação de um sinal que irá interferir no cérebro das pessoas com o objetivo de inibir o comportamento agressivo.

E, assim como na sociedade do mundo real, no filme também existem aqueles que estão entregando sua liberdade ao Estado em troca da segurança, como mostrado na cena baixo.

 

Pessoas estão entregando sua liberdade ao Estado em troca da segurança

 

Mas é claro que apenas a população (ou o gado como costumam dizer) será controlada. Agentes de segurança e membros do estado não estarão sujeitos a este controle.

Na cena abaixo, agentes da polícia estão recebendo um implante para ficarem imunes ao sinal.

 

Agentes da polícia estão recebendo um implante para ficarem imunes ao sinal

 

As freqüências no mundo real

No mundo moderno somos expostos diariamente a inúmeras freqüências. São sinais de rádio, TV, celular e wifi. Será que estas freqüências nos afetam? O trecho abaixo vem de uma matéria publicada no G1 em 2015:

 

Um levantamento supercompleto, recém-publicado, de pesquisadores da Ucrânia e dos Estados Unidos concluiu: essas ondas eletromagnéticas podem não ser tão inofensivas como se pensava.
“Essa energia entra nos tecidos. Estamos falando de efeitos de radiação no organismo”, afirma o biólogo molecular Segiy Kyrylenko.
O estudo reforça o que já tinha sido divulgado em um relatório de 2011, da Organização Mundial da Saúde (OMS). Trinta e um cientistas, de 14 países, decidiram incluir a radiação dos celulares na mesma categoria da emissão de gases de automóveis e do café, o grupo 2B, dos agentes possivelmente cancerígenos.

 

É claro que de 2015 até hoje, o número de antenas de celular aumentou exponencialmente em todo o mundo. E agora uma nova tecnologia com uma freqüência muito mais alta começa a ser implementada no mundo: o 5G.

Já foi postado um artigo aqui com a teoria de Joe Imbriano sobre as implicações do WiGig (o novo WiFi) e um possível teste realizado em duas escolas dos Estados Unidos que adoeceu crianças e professores.

De qualquer forma, estamos vendo que o futuro que está batendo à porta não será para todos.

O Fórum Econômico Mundial já está fazendo propaganda de um “grande reset” no mundo. Talvez seja um reset para eliminar a maior parte da população, pois na visão deles, somos nós os responsáveis pelos problemas do mundo.

 

Édson de Oliveira

Para conquistar um mundo de covardes e pessoas que não gostam de pensar, basta remover a resistência.

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