Sociedade

O Brasil está mesmo passando por uma pandemia?


O Brasil vive uma falsa epidemia? A quem interessa isso?Existe uma frase antiga relacionada à publicidade: “a propaganda é a alma do negócio”. E, diante da retórica que assistimos diariamente na TV e vemos nos grandes sites de notícias, o trabalho em vender uma pandemia tem funcionado muito bem, principalmente para quem está lucrando com a doença.

 

O poder da mídia

A mídia tem um grande poder de manipulação. Ela pode criar verdadeiros monstros sobre fatos pouco significativos, assim como pode minimizar fatos que podem ser de grande importância para todos. A história pode confirmar isso:

 

1938: pânico em transmissão de Guerra dos Mundos

 

Um trecho da matéria acima, publicada no site DW:

 

“ Pelo menos 1,2 milhão de pessoas acreditou ser um fato real. Dessas, meio milhão teve certeza de que o perigo era iminente, entrando em pânico, sobrecarregando linhas telefônicas, com aglomerações nas ruas e congestionamentos causados por ouvintes apavorados tentando fugir do perigo. ”

 

Em 1971, o Brasil também teve a sua versão da estória de H. G. Wells:

 

Versão de 'A guerra dos mundos' fechou comércio e levou Exército às ruas.

 

Note que uma simples transmissão de rádio levou o exército às ruas, fechou comércio e causou pânico generalizado. Hoje isso soa engraçado, mas o objetivo aqui é mostrar como a mídia pode manipular a percepção humana.

 

Os hospitais no Brasil nunca estiveram lotados?

A resposta para esta pergunta é NÃO. A saúde no Brasil sempre foi precária. Hospitais sempre estiveram lotados e, apesar disso, os governantes nunca se preocuparam com o sofrimento da população. Talvez, se no passado não houvesse a necessidade de licitação os investimentos em saúde fossem maiores.

A matéria abaixo, de 2017 do Jornal Novo Hamburgo diz:

 

“ O Hospital Municipal de Novo Hamburgo está desde a tarde de terça-feira com a emergência lotada, atendendo acima da capacidade e com todos os 230 leitos ocupados.
No Hospital Centenário, em São Leopoldo, todos os 186 leitos, incluindo os 18 de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), também estavam, até a noite desta quarta-feira, lotados. “

 

Aqui vai outra do portal G1 de agosto de 2017:

 

Superlotação, filas, déficit de funcionários, além de equipamentos improvisados para conseguir garantir o atendimento de pacientes.

 

“ Superlotação, filas, déficit de funcionários, além de equipamentos improvisados para conseguir garantir o atendimento de pacientes internados em estado grave, fazem parte do dia a dia do Hospital Municipal Doutor Mário Gatti e de outras unidades médicas de Campinas (SP). ”

 

No Rio de Janeiro, da Agência Brasil em junho de 2017:

 

Médicos denunciam sucateamento de hospitais federais no Rio de Janeiro

 

“ O Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj) confirma a situação preocupante de vários hospitais federais do Rio de Janeiro, entre eles o Hospital Federal de Bonsucesso e o Hospital Federal de Andaraí (HFA). Após fiscalização, o órgão constatou sucateamento nas unidades devido à falta de investimentos, má gestão .”

 

Poderíamos ficar listando quase indefinidamente os problemas na saúde pública em todos os Estados do Brasil. Sendo assim, falar sobre superlotação e colapso no sistema de saúde por causa de uma epidemia é uma inverdade.

O verdadeiro colapso está acontecendo na economia, levando milhares de brasileiros à miséria.

 

O Brasil vive mesmo uma pandemia?

O governo, principalmente dos estados brasileiros dizem que sim. Governos nunca se preocuparam com a população. Já vimos que a crise na saúde sempre existiu em nosso país. Há centenas de reportagens e histórias de pessoas que perderam seus familiares e amigos em filas de hospitais ou jogados em macas e até mesmo no chão dos corredores de hospitais.

Mas agora parece que os políticos ficaram preocupados e querem salvar as pessoas de uma “pandemia”. E para isso, estão fechando estabelecimentos comerciais, escolas e universidades "para a sua segurança". Monitoram pessoas pelos seus celulares, soldam portas de lojas e até prendem pessoas na rua.

Mas será que há mesmo mortes em larga escala como a mídia informa todo dia na TV?

Vamos fazer uma visita a um site oficial do governo: o Portal de Transparência do Registro Civil. O Portal da Transparência do Registro Civil nos permite consultar o número de nascimentos, casamentos e óbitos no Brasil por mês e ano. A tabela abaixo foi construída com o número total de óbitos no país no período de janeiro a maio, nos anos de 2017,1018, 2019 e 2020.

 

Tabela de óbitos do Portal Transparência do Registro Civil

 

Como o mal que surgiu na China foi apresentado ao mundo em dezembro de 2019, consideramos o período da epidemia no Brasil de janeiro a maio de 2020. Então vamos ver o que os números nos mostram neste período em anos anteriores.

  • O ano de 2018 teve 39.102 mortes a mais do que em 2017;
  • O ano de 2019 teve 81.683 mortes a mais do que em 2018;
  • O ano de 2020 teve 17.079 mortes a mais do que em 2019;

Percebam que a número de óbitos entre janeiro e maio de 2020 é bem próximo ao de 2019. Como isso é possível se estamos em uma pandemia?

O ano de 2019, onde não havia pandemia, foram registradas 81.683 mortes a mais do que em 2018. Em 2020, ano da pandemia, não deveria haver um número assustadoramente maior de mortes do que em 2019?

Observe esta notícia do site R7 e veja os números na tabela acima:

Relatório prevê pico do covid-19 em abril e maio

 

  • Em abril e maio de 2019 tivemos 201.168 mortes;
  • Em abril e maio de 2020 tivemos 217.856 mortes;

Portanto, no pico da pandemia de covid-19 previsto anteriormente para os meses de abril e maio, tivemos 16.688 mortes a mais que no ano passado. Se compararmos a evolução no número de mortes nestes dois meses, entre 1018 e 2019 temos o seguinte:

  • Em abril e maio de 2018 tivemos 173.303 mortes;
  • Em abril e maio de 2019 tivemos 210.168 mortes;

Então, nestes mesmos dois meses, de 1018 para 2019 tivemos um aumento de 36.865 mortes, quando não havia pandemia.

Estes números nos fazem pensar se de fato é verdadeira esta pandemia. Ou será que ela existe apenas nos noticiários e nos relatórios do governo?

 

Mas o que há de verdadeiro nisso tudo?

O que podemos perceber é que a pandemia no Brasil se transformou em algo lucrativo para os governos de vários estados do Brasil. A dispensa das licitações, cujo objetivo seria agilizar a aquisição de materiais e equipamentos de saúde, está se transformando em uma verdadeira farra com o dinheiro público (o nosso dinheiro). A matéria abaixo vem do UOL:

 

Witzel: suspeita de desvios de dinheiro destinados à saúde

 

Mas isso não está acontecendo apenas no Rio de Janeiro, mas em vários estados do Brasil. O trecho abaixo vem da Gazeta do Povo:

 

" Escândalos envolvendo desvios de recursos públicos que deveriam ser utilizados no enfrentamento da pandemia se espalharam de Norte a Sul do país. Há casos em São Paulo, Rio de Janeiro, Amazonas, Santa Catarina, Paraíba, Amapá, Pará, entre outros estados. "

 

Até mesmo a Fiocruz, defensora de medidas restritivas radicais para conter o avanço da epidemia,  está recebendo grandes doações de bancos e empresas multinacionais. Será que há algum interesse por parte destas instituições ou eles são bonzinhos mesmo?

 

A curiosa capa de uma recente edição da revista The EconomistA curiosa capa de uma recente edição da revista The Economist. Quem de fato controla tudo isso?

 

Pessoas estão sendo proibidas de trabalhar, de viajar e de se locomover dentro das próprias cidades. Já não podemos entrar ou circular pelas ruas sem uma máscara. Logo esta máscara será substituída por um aplicativo de celular que irá informar ao governo e grandes corporações aonde vamos e com quem falamos.  Projetos como esse já existem!

O mundo já passou por epidemias, mas jamais vimos uma ação orquestrada pela “ciência moderna” e pelos governos.

A cada dia estamos vendo nossos direitos individuais e nossa liberdade escoando pelo ralo.

 

Édson de Oliveira

Para conquistar um mundo de covardes e pessoas que não gostam de pensar, basta remover a resistência.

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