Sociedade

O mundo caminha para um estado de vigilância e controle jamais visto


O mundo caminha para um estado de vigilância e controle jamais vistoVigilância por drones e câmeras com reconhecimento facial, rastreamento de celulares, sistemas de identificação digital, leis marciais, restrições às atividades econômicas, distanciamento social e quarentena forçada. O uso de todos estes recursos foram potencializados em questão de meses e vieram para ficar.

Para aqueles que acreditam que o mundo voltará a ser como antes, é hora de rever seus conceitos.

 

O novo normal

O ano de 2020 será o último em que a sociedade ainda possui características de como ela era antes do coronavírus. A partir de 2021 as coisas serão muito piores, não por causa da doença, mas sim pelo colapso da sociedade e da economia mundial. Estamos vivendo o último ano em que ainda é possível tentar ganhar algum dinheiro e se preparar para o que vem por aí.

Deixar as cidades e os grandes centros urbanos, mudar para o campo e ser autossustentável, pode ser a melhor saída para quem deseja ter mais liberdade e segurança no "novo normal". Com trabalho em home office crescendo e para aqueles que podem trabalhar desta forma, não há mais motivos para permanecer morando em apartamentos.

A internet, com toda a censura que vem surgindo, ainda é um meio pelo qual as pessoas podem obter algum recurso financeiro e se prepararem para o que está por vir. Poucas pessoas estão acordadas e conseguem perceber a realidade que estamos vivendo. A maioria está despreocupada, achando que tudo voltará a ser como antes.

Aqui no Brasil, alguns estados estão flexibilizando a quarentena, mas isso será por pouco tempo, pois a mídia internacional já está falando na "segunda onda" e que será muito pior.

Segunda onde de covid-19 no mundo

O uso de robôs e o fim do dilheiro em papel

Até pouco tempo atrás, robôs ainda eram apenas vistos em filmes de ficção científica. Há quem acredite que a tecnologia ainda não evoluiu o suficiente para que estas máquinas substituam o trabalho humano. Mas será mesmo?

Pandemia de coronavírus aumenta a utilização de robôs

 

O trecho abaixo vém da matéria publicada no site Mundo Conectado:

 

...a chegada da pandemia de COVID-19 causou uma aceleração na aplicação de robôs inteligentes que desempenham funções antes apenas desempenhadas por humanos. O site entrevistou Marting Ford, um escritor que reimaginou como serão as próximas décadas com a presença das máquinas inteligentes, ele comenta que normalmente as pessoas pedem um elemento humano para intermediar interações, mas que a pandemia está mudando isso. "[O novo coronavírus] vai mudar a preferência do consumidor e abrir novas oportunidades para a automação", disse o escritor.

 

Além dos robôs e da inteligência artificial substituirem o trabalho humano, esta tecnologia também está sendo utilizada para monitorar a população durante a quarentena, como já foi postado aqui.

O fim do dinheiro físico também acontecerá (e talvez mais cedo do que imaginamos).

Antes do coronarírus, já era uma tendência as pessoas utilizaram cartões e outros meios eletrônicos, mas apesar disso, o dinheiro ainda era bastante utilizado. Mas agora isso irá mudar definitivamente.

Uma reportagem publicada no site Moneytimes, publicada no dia 24/04 traz como título: "Crise do coronavírus põe moedas digitais em voga, afirma representante do BIS":

 

...Benoît Cœuré, chefe do Núcleo de Inovações do Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês) declarou que a atual crise do coronavírus deu um foco mais acentuado à discussão global sobre moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDCs)...

Durante seu comentário, Cœuré argumentou que “a crise destacou o valor das tecnologias, permitindo que a economia opere à distância e, parcialmente, contorne o distanciamento social. Tais mudanças drásticas em padrões trabalhistas e consumistas, como a mudança significativa para o comércio on-line, terá um impacto duradouro nas relações econômicas”.

 

O que diz a OMS sobre o dinheiro em papel?

OMS: cédulas podem transmitir coronavírus

 

Um estado de vigilância constante onde não haverá mais privacidade

Toda esta tecnologia não surgiu em dezembro de 2019, quando o coronavírus foi "apresentado" ao mundo. Sistemas de vigilância e de reconhecimento facial já estavam sendo utilizados em diversas regiões da Terra, mas havia ainda a discussão sobre a perda da liberdade e privacidade pela utilização destes recursos, ou seja, havia uma certa resistência. O coronavírus parece ter eliminado de vez qualquer discussão ética sobre este assunto.

Governos em todo o mundo começaram a utilizar estes sistemas em massa, com a justificativa de ser necessário para auxiliar na contenção da pandemia.

 

Um estado de vigilância onde não haverá mais privacidade

 

O que segue abaixo foi dito por Edward Snowden, publicano no blog Medium:

 

Leis de emergência e de limitação às liberdades que têm o incontrolável hábito de durar bem depois de a emergência desaparecer, cidadãos que aceitam cada vez mais uma vigilância acrescida, a troco de uma pretensa sensação de segurança e, até, populações inteiras geo-localizadas, identificadas e diagnosticadas pelos smartphones que trazem no bolso e, quase sempre, nas mãos.

 

A troca da liberdade pela sensação de segurança

Aqui, novamente as palavras de Edward Snowden retratam de forma objetiva para onde a humanidade está caminhando:

 

À medida que o autoritarismo se alastra, que as leis de emergência proliferam, à medida que nós sacrificamos os nossos direitos também estamos a sacrificar a nossa capacidade para deter o avanço no sentido de um mundo menos liberal e menos livre.

 

A série Onisciente da Netflix retrata uma sociedade que sacrificou sua liberdade em troca da segurança.

A renda básica universal

Uma ideia já bastante comentada, mesmo antes da pandemia do covid-19, é a da renda básica universal. Na Alemanha as pessoas já estão clamando por isso.

pedidos de renda basica

 

Não sei o que você leitor pensa a respeito disso, mas para mim a renda básica universal remete diretamente ao comunismo. Isso destrói todo e qualquer tipo de empreendedorismo, deixando a sociedade totalmente submissa ao Estado.

Em um mundo altamente tecnológico como o nosso, para que cada indivíduo tenha direito à sua quota, certamente terá que cumprir requisitos, como vacinação obrigatória e identificação digital, abrindo mão de seus direitos e sua liberdade.

A defesa do isolamento social

Muita gente defende o isolamento e é favorável à restrição da liberade em troca de sua "segurança". Na cidade de Porto Alegre, por causa do medo propagado diariamente na mídia, as próprias pessoas estão lutando para que a sociedade mantenha o isolamento. Já estão fazendo até petições para fecharem áreas livres e parques da cidade, como na matéria publicada no site do jornal Zero Hora

 

Autor da campanha, o diretor audiovisual Rafa Ferretti, 49 anos, avalia que a área deveria ser fechada pelo menos aos domingos. E não apenas na Orla Moacyr Scliar, mas também nos outros parques urbanos da cidade.

 

Estamos em um mundo novo e nada mais voltará como antes. A transformação está acontecendo diante de nossos olhos. Leis restritivas estão se proliferando pelo mundo. Uma "Nova Ordem Mundial" (termo antes usado apenas pelos teóricos da conspiração) está surgindo. Tudo foi planejado.

 

" Não podemos prever o futuro, mas podemos criá-lo. "

Peter Drucker

 

Édson de Oliveira

Para conquistar um mundo de covardes e pessoas que não gostam de pensar, basta remover a resistência.

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